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MensagemEnviado: 29 Dez 2008, 09:51 
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bom, primeiramente gostaria de agradecer aos moderadores por poder participar deste forum.

Tenho,
Idade - 34 anos
Peso - 74,5 kg
Altura - 169 cm
Tempo de treino - 6 anos
Metodologias de treinamento já usadas - algumas
Experiência com dietas? - várias
Suplementos já usados? - alguns
Objetivos - ganho de massa magra

Gostaria de saber se alguém conhece e já tomou esses dois suplementos:

Crisina: ?

MagnesioGlicilGlutamina: ?

pesquisei um pouco mas não achei nada relevante...
pretendo comprar um deles, porém a diferença de valor é alta..

se alguém puder ajudar...
Grato !

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MensagemEnviado: 29 Dez 2008, 16:02 
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Registrado em: 27 Nov 2008, 14:59
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hidrocci escreveu:
bom, primeiramente gostaria de agradecer aos moderadores por poder participar deste forum.

Tenho,
Idade - 34 anos
Peso - 74,5 kg
Altura - 169 cm
Tempo de treino - 6 anos
Metodologias de treinamento já usadas - algumas
Experiência com dietas? - várias
Suplementos já usados? - alguns
Objetivos - ganho de massa magra

Gostaria de saber se alguém conhece e já tomou esses dois suplementos:

Crisina: ?

MagnesioGlicilGlutamina: ?

pesquisei um pouco mas não achei nada relevante...
pretendo comprar um deles, porém a diferença de valor é alta..

se alguém puder ajudar...
Grato !


Eae cara beleza??? Primeiramente bem vindo ao forum, tu vai gosta a galera aki eh gente boa sempre ta ajudando... Aonde vc viu esses suplementos??? Eu nunca ouvi falar de Crisina nao... nem nenhum suplemento que tivesse ela... algum amigo seu que te indicou???
O mais proximo desse nome que eu conheco eh o Chrysin... que eh um anti-estrogenio.... nao sei se o suplemento que vc vai tomar eh um testosterone-booster....

Sem querer ser aqueles chatao de forum, mas como vc vai tomar um suplemento que vc nao sabe pra que serve??

Agora sobre a MGG ( MagnesioGlicilGlutamina ) nada mais eh que uma forma patentiada de glutamina.... dizem que eh a unica forma estabilizada de glutamina no mundo e era protegida por uma patente exclusiva da avantlabs... por isso que em muitos lugares vc vai ver como MGG™...
Agora nunca tomei nenhum produto com esse tipo de glutamina, nao sei se diferencia muito da glutamina em sua forma livre...

Seria legal vc postar seus objetivos com os suplementos ae fica mais facil pra galera ajudar, talvez te indicar algum outro suplemento que possa vir a substituir esses ae, e que seja mais em conta! Diz ae se eh pré treino, pós, ganhar massa essas coisas...

Vo da uma pesquisada sobre essa Crisina se eu achar algo ai eu posto aki beleza?? Espero ter ajudado cara, um abraco!!

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MensagemEnviado: 29 Dez 2008, 16:38 
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então,

é que tenho um amigo que quer me vender esses suplementos... e disse que são bons.... fiz algumas pesquisas no google mas não gostei a principio...

e como tenho acompanhado este forum, resolvi perguntar para ver se alguém já tinha tomado...

obrigado pela ajuda Mansa.
Abs.

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MensagemEnviado: 29 Dez 2008, 18:39 
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Compre um No importado e uma creatina, pois existem milhoes de testemunhos sobre os mesmos.

Mas se quiser testar, compre e depois poste os resultados para nós.

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MensagemEnviado: 30 Dez 2008, 16:40 
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Azazel13 escreveu:
Compre um No importado e uma creatina, pois existem milhoes de testemunhos sobre os mesmos.

Mas se quiser testar, compre e depois poste os resultados para nós.


pode deixar vou comprar a crisina e depois posto os resultados..

Abs.

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MensagemEnviado: 06 Jan 2009, 13:41 
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bom,

comecei a tomar a crisina 1500 mg dia (3 caps 500)

já faz uma semana e parece que minha recuperação pós treino melhorou.. minha força tbém aumentou..

vamos ver no vai dar depois de 30 dias...

abs.

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MensagemEnviado: 13 Jan 2009, 12:40 
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Galera, consegui essa literutura, vale a pena dar uma lida.

Crisina
Terapia Antiestrogênica
Crisina (5,7-dihidroxiflavona) é o nome químico de um tipo de molécula isoflavona, que tem demonstrado ser, in vitro, um potente bloqueador da enzima aromatase. Minimiza ou reduz a conversão da testosterona em estrógeno ou DHT (diidrotestosterona). É obtida principalmente da Passiflora coerulea. Também é conhecida pelos nomes chrysin e chrysidenon.

A crisina apresenta ação inibidora da aromatase e parece ter atividade fitoestrogênica, antioxidante e ansiolítica. Considerada uma “isoflavona anabólica”, pelo seu efeito antiestrógeno, aumenta a produção de testosterona impedindo a conversão em estrogênio. Quando a concentração de testosterona no sangue atinge um certo nível, converter-se em outras substâncias menos anabólicas. Junto com a redução dos níveis de testosterona, a conversão pode causar sintomas irritantes, como ocorre com alto índice de estrógeno, como o surgimento de mamilos sensíveis ou mudanças nos órgãos masculinos.

Mecanismo de Ação

A aromatase é uma enzima do citocromo P-450 que catalisa a conversão de andrógenos para estrógenos. A androstenediona e a testosterona atuam como substratos para a aromatase. A aromatase é também conhecida como estrogênio sintetase, sendo inibida in vitro pela crisina. Tem sido demonstrado in vitro que a crisina se liga fracamente aos receptores estrogênicos alfa e beta. O potencial antioxidante tem sido demonstrado através da sua habilidade para inibir a xantina oxidase e consequentemente suprime a formação de ácido úrico e de certas espécies reativas de oxigênio. A crisina também pode inibir, sob certas condições, a peroxidação lipídica.

Farmacocinética

A farmacocinética humana da crisina é pouco conhecida. Culturas de células intestinais e hepáticas indicam que o ativo pode penetrar no interior das células sendo submetido a uma extensiva glicoronidação e sulfatação. Através da administração oral de crisina é esperado que seja extensivamente metabolizada após a absorção. São necessários estudos farmacocinéticos humanos para esclarecer se isto realmente ocorre. Estudos em modelos animais têm demonstrado que o ativo é absorvido e apresenta atividade.

Resumo de Estudos Publicados

A habilidade da crisina para inibir a aromatização da androstenediona e da testosterona em estrogênios tem sido demonstrada in vitro. O ativo demonstra ser um dos mais potentes inibidores flavônicos (sintéticos e naturais) da aromatase estrogênica humana. Não há estudos que demonstrem diretamente que a crisina reduziria os efeitos estrogênicos secundários indesejáveis resultantes da administração de testosterona ou esteróides relacionados.

Indicações

• Substância de escolha em associação a anabolizantes (aumenta a produção de testosterona).
• Distúrbios hormonais que levam a alterações fisiológicas na pele como acne, manchas e envelhecimento precoce.
• Antioxidante.

Dosagem Usual

• Via Oral: 1 e 3 g ao dia.
• Via Transdérmica: 100 a 300 mg ao dia.

Interações Medicamentosas

A crisina pode apresentar efeito aditivo aos efeitos de outros inibidores da aromatase, tais como aminoglutetimida, anastrozol e letrozol.

Contra-Indicações

• Pacientes com câncer de próstata.
• Durante a gravidez e o aleitamento.
• Crianças e adolescentes.
• Hipersensibilidade ao ativo.

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MensagemEnviado: 19 Jan 2009, 18:10 
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3 semana usando crisina:

redução de gordura, principalmante na região da cintura
o peso continua o mesmo, pórem parece que estou mais definido.
libido aumentou bem...
aumentou a força tbém...

ainda falta esta semana e a outra... vamos ver ...

abs

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MensagemEnviado: 29 Jan 2009, 17:55 
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bom,

falta alguns dias para terminar minha crisina, e posso dizer que é um bom suplemento.

aumentou força
diminuiu barriga - 3,5 cm a menos
ganhei 1 kg.
e estou mais denso, definido.

gostei mesmo !

Abs.

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MensagemEnviado: 29 Jan 2009, 22:27 
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Localização: Caxias do Sul/ POA -> RS
hidrocci escreveu:
Galera, consegui essa literutura, vale a pena dar uma lida.

Crisina
Terapia Antiestrogênica
Crisina (5,7-dihidroxiflavona) é o nome químico de um tipo de molécula isoflavona, que tem demonstrado ser, in vitro, um potente bloqueador da enzima aromatase. Minimiza ou reduz a conversão da testosterona em estrógeno ou DHT (diidrotestosterona). É obtida principalmente da Passiflora coerulea. Também é conhecida pelos nomes chrysin e chrysidenon.

A crisina apresenta ação inibidora da aromatase e parece ter atividade fitoestrogênica, antioxidante e ansiolítica. Considerada uma “isoflavona anabólica”, pelo seu efeito antiestrógeno, aumenta a produção de testosterona impedindo a conversão em estrogênio. Quando a concentração de testosterona no sangue atinge um certo nível, converter-se em outras substâncias menos anabólicas. Junto com a redução dos níveis de testosterona, a conversão pode causar sintomas irritantes, como ocorre com alto índice de estrógeno, como o surgimento de mamilos sensíveis ou mudanças nos órgãos masculinos.

Mecanismo de Ação

A aromatase é uma enzima do citocromo P-450 que catalisa a conversão de andrógenos para estrógenos. A androstenediona e a testosterona atuam como substratos para a aromatase. A aromatase é também conhecida como estrogênio sintetase, sendo inibida in vitro pela crisina. Tem sido demonstrado in vitro que a crisina se liga fracamente aos receptores estrogênicos alfa e beta. O potencial antioxidante tem sido demonstrado através da sua habilidade para inibir a xantina oxidase e consequentemente suprime a formação de ácido úrico e de certas espécies reativas de oxigênio. A crisina também pode inibir, sob certas condições, a peroxidação lipídica.

Farmacocinética

A farmacocinética humana da crisina é pouco conhecida. Culturas de células intestinais e hepáticas indicam que o ativo pode penetrar no interior das células sendo submetido a uma extensiva glicoronidação e sulfatação. Através da administração oral de crisina é esperado que seja extensivamente metabolizada após a absorção. São necessários estudos farmacocinéticos humanos para esclarecer se isto realmente ocorre. Estudos em modelos animais têm demonstrado que o ativo é absorvido e apresenta atividade.

Resumo de Estudos Publicados

A habilidade da crisina para inibir a aromatização da androstenediona e da testosterona em estrogênios tem sido demonstrada in vitro. O ativo demonstra ser um dos mais potentes inibidores flavônicos (sintéticos e naturais) da aromatase estrogênica humana. Não há estudos que demonstrem diretamente que a crisina reduziria os efeitos estrogênicos secundários indesejáveis resultantes da administração de testosterona ou esteróides relacionados.

Indicações

• Substância de escolha em associação a anabolizantes (aumenta a produção de testosterona).
• Distúrbios hormonais que levam a alterações fisiológicas na pele como acne, manchas e envelhecimento precoce.
• Antioxidante.

Dosagem Usual

• Via Oral: 1 e 3 g ao dia.
• Via Transdérmica: 100 a 300 mg ao dia.

Interações Medicamentosas

A crisina pode apresentar efeito aditivo aos efeitos de outros inibidores da aromatase, tais como aminoglutetimida, anastrozol e letrozol.

Contra-Indicações

• Pacientes com câncer de próstata.
• Durante a gravidez e o aleitamento.
• Crianças e adolescentes.
• Hipersensibilidade ao ativo.


Crisina
>isoflavona diminui niveis de testosterona pelo que me lembre...o que seria contra-produtivo

Eu nao compraria nenhum desses produtos, sao perda de tempo
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MensagemEnviado: 30 Jan 2009, 12:37 
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JevifPak2 escreveu:
hidrocci escreveu:
Galera, consegui essa literutura, vale a pena dar uma lida.

Crisina
Terapia Antiestrogênica
Crisina (5,7-dihidroxiflavona) é o nome químico de um tipo de molécula isoflavona, que tem demonstrado ser, in vitro, um potente bloqueador da enzima aromatase. Minimiza ou reduz a conversão da testosterona em estrógeno ou DHT (diidrotestosterona). É obtida principalmente da Passiflora coerulea. Também é conhecida pelos nomes chrysin e chrysidenon.

A crisina apresenta ação inibidora da aromatase e parece ter atividade fitoestrogênica, antioxidante e ansiolítica. Considerada uma “isoflavona anabólica”, pelo seu efeito antiestrógeno, aumenta a produção de testosterona impedindo a conversão em estrogênio. Quando a concentração de testosterona no sangue atinge um certo nível, converter-se em outras substâncias menos anabólicas. Junto com a redução dos níveis de testosterona, a conversão pode causar sintomas irritantes, como ocorre com alto índice de estrógeno, como o surgimento de mamilos sensíveis ou mudanças nos órgãos masculinos.

Mecanismo de Ação

A aromatase é uma enzima do citocromo P-450 que catalisa a conversão de andrógenos para estrógenos. A androstenediona e a testosterona atuam como substratos para a aromatase. A aromatase é também conhecida como estrogênio sintetase, sendo inibida in vitro pela crisina. Tem sido demonstrado in vitro que a crisina se liga fracamente aos receptores estrogênicos alfa e beta. O potencial antioxidante tem sido demonstrado através da sua habilidade para inibir a xantina oxidase e consequentemente suprime a formação de ácido úrico e de certas espécies reativas de oxigênio. A crisina também pode inibir, sob certas condições, a peroxidação lipídica.

Farmacocinética

A farmacocinética humana da crisina é pouco conhecida. Culturas de células intestinais e hepáticas indicam que o ativo pode penetrar no interior das células sendo submetido a uma extensiva glicoronidação e sulfatação. Através da administração oral de crisina é esperado que seja extensivamente metabolizada após a absorção. São necessários estudos farmacocinéticos humanos para esclarecer se isto realmente ocorre. Estudos em modelos animais têm demonstrado que o ativo é absorvido e apresenta atividade.

Resumo de Estudos Publicados

A habilidade da crisina para inibir a aromatização da androstenediona e da testosterona em estrogênios tem sido demonstrada in vitro. O ativo demonstra ser um dos mais potentes inibidores flavônicos (sintéticos e naturais) da aromatase estrogênica humana. Não há estudos que demonstrem diretamente que a crisina reduziria os efeitos estrogênicos secundários indesejáveis resultantes da administração de testosterona ou esteróides relacionados.

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• Substância de escolha em associação a anabolizantes (aumenta a produção de testosterona).
• Distúrbios hormonais que levam a alterações fisiológicas na pele como acne, manchas e envelhecimento precoce.
• Antioxidante.

Dosagem Usual

• Via Oral: 1 e 3 g ao dia.
• Via Transdérmica: 100 a 300 mg ao dia.

Interações Medicamentosas

A crisina pode apresentar efeito aditivo aos efeitos de outros inibidores da aromatase, tais como aminoglutetimida, anastrozol e letrozol.

Contra-Indicações

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Crisina
>isoflavona diminui niveis de testosterona pelo que me lembre...o que seria contra-produtivo

Eu nao compraria nenhum desses produtos, sao perda de tempo
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bom, por ser um inibidor de aromatase, acho que e ao contrário, aumenta sim a testo...

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MensagemEnviado: 03 Ago 2009, 18:45 
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desculpa reviver hidrocci, mas qto pagou e usava no pós ou no pré-treino?

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MensagemEnviado: 04 Ago 2009, 02:08 
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lontra escreveu:
desculpa reviver hidrocci, mas qto pagou e usava no pós ou no pré-treino?

kkkkkkkkkkkk...lontraço interessado tbm em manipulation!..kkkkkkkkkk
Bora gogogo nos manipulas....

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MensagemEnviado: 04 Ago 2009, 18:16 
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Reri_man escreveu:
lontra escreveu:
desculpa reviver hidrocci, mas qto pagou e usava no pós ou no pré-treino?

kkkkkkkkkkkk...lontraço interessado tbm em manipulation!..kkkkkkkkkk
Bora gogogo nos manipulas....


haueheuahe claro reri... vamo hipertrofia essa bagaça!! pelo que eu vi o ideal é pós-treino.... mas n sei direito.. tem pouco relato

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MensagemEnviado: 05 Ago 2009, 14:40 
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lontra escreveu:
desculpa reviver hidrocci, mas qto pagou e usava no pós ou no pré-treino?


Opa lontra blz!

Usava 400mg 30 minutos antes dos treinos, o valor achei diferenças gritantes, mas como conheço uma ótima farmacia de manipulaçao em Osasco com certificado de qualidade ISO 9001:2000 e tals, comprei lá, 30 caps sai por volta de R$ 45,00, pois conheço a farmaceutica e na época ela não tinha esse suplemento então ela comprou somente para me atender e ainda cobrou o preço de custo, aliás a galera nessa farma é nota 10!!

segue abaixo uma parte da literatura do MGG:

O segundo estudo foi desenvolvido para determinar se o magnésio glicil glutamina quelato promoveria anabolismo muscular durante períodos prolongados de atividade física intensa. Sob condições normais a atividade física intensa resultaria em catabolismo muscular, a menos que fosse consumida proteína suplementar. Se a suplementação com magnésio glicil glutamina quelato bloqueasse o catabolismo e/ou promovesse anabolismo muscular, então a molécula poderia ser considerada metabolicamente importante.

Vinte e três (23) voluntários, fisioculturistas, participaram do segundo estudo e foram randomizadamente designados para um dos dois grupos: grupo quelato, (N=11) e grupo esteróide (N=12). Todos freqüentavam a mesma academia, tinham aproximadamente o mesmo peso e nível de treinamento nas atividades de fisioculturismo. As idades dos participantes variavam em torno de 10 anos e todos participantes eram caucasianos. Durante o estudo, os voluntários mantiveram exercícios similares, mesmos horários e atividades físicas e foram supervisionados pelo mesmo treinador. Suas dietas foram monitoradas e tentou-se manter uma ingestão diária de aproximadamente 0.6 a 0.9 gramas de proteína por libra de peso corpóreo e 3200 a 3600 calorias durante o período de estudo. Ajustes no consumo de proteína foram feitos através da suplementação com uma bebida a base de proteína hidrolisada de soja, fortificada com ambos produtos em teste, descritos abaixo.
No início do estudo, a massa magra (massa muscular) foi determinada em cada indivíduo por um fisiologista treinado, utilizando-se medidas de pregas cutâneas do trícepis, subscapular, abdominal e crista ilíaca . Os participantes do grupo quelato receberam a bebida a base de proteína hidrolisada de soja suplementada com 400 mg de magnésio glicil glutamina quelato. O grupo esteróide recebeu a mesma bebida porém com 2 mg do esteróide anabólico, testosterona. Cada participante foi completamente esclarecido a respeito do que estava ingerindo e as potenciais conseqüências negativas de tomar os suplementos, e assinou um termo concordando com sua participação no estudo. A administração do suplemento anabólico não esteróide para o grupo quelato e a testosterona para o grupo esteróide continuou diariamente por oito semanas (56 dias). Na conclusão do período de teste, a massa magra de cada indivíduo foi novamente determinada pelo mesmo fisiologista e as mudanças foram calculadas. Adicionalmente, pressão sangüínea, colesterol total, colesterol HDL e triglicérides foram medidos individualmente no início e na conclusão do estudo.
Os participantes do grupo quelato (magnésio glicil glutamina quelato) tiveram uma elevação média da massa magra (músculo) de 7.0 libras (3.2 Kg). Durante o mesmo período, o grupo esteróide que consumiu a testosterona teve uma elevação em sua massa magra de 6.6 libras(3.0 kg). Estes aumentos são mostrados na Figura 5. Apesar do grupo quelato ter apresentado um aumento maior de massa muscular do que o grupo esteróide, a diferença não foi estatisticamente significativa. Vale ressaltar que o grupo quelato não manifestou nenhum aumento de pressão sangüínea, colesterol, colesterol HDL ou triglicérides enquanto que os níveis de colesterol e triglicérides tenderam a ter médias maiores no grupo esteróide.
Figura 5. Elevação média da massa magra, no período de 56 dias, nos indivíduos que consumiram 400 mg de magnésio glicil glutamina quelato ou 2 mg de testosterona.
Este segundo estudo sugere que a ingestão diária de 400 mg de magnésio glicil glutamina quelato, pode auxiliar no aumento da massa magra com a mesma efetividade da suplementação de 2 mg do esteróide anabólico, testosterona. Estes resultados podem ser alcançados sem os efeitos colaterais imediatos associados ao uso de esteróides, não mencionando os efeitos colaterais de longo prazo que podem resultar de seu consumo.
É óbvia a necessidade da suplementação de glutamina para recuperação de seus baixos níveis plasmáticos, o que melhora as reservas de glutamina tecidual e ajuda a conservar ou promover massa magra durante períodos de potencial catabolismo muscular. Entretanto, a suplementação de glutamina, por si, é geralmente inefetiva. Isto se deve à baixa estabilidade da glutamina e às necessidades metabólicas adicionais de magnésio para ativação de enzimas anabólicas associadas ao aumento de massa muscular. Os mesmos fatores que causam depleção de glutamina corpórea também causam depleção de magnésio: atividade física intensa, estresse decorrente de enfermidades, traumas físicos ou cirúrgicos e jejum/desnutrição. Então se a glutamina é indicada para recuperar ou evitar catabolismo muscular, o magnésio é indicado da mesma forma. Eles funcionam sinergicamente na recuperação ou no ganho da massa magra.
Quando a glutamina é quelada ao magnésio glicina quelato e torna-se parte da molécula total, não só a glutamina é estabilizada com a preservação de suas atividades, mas também se torna parte essencial de uma molécula "bi-funcional". Os resultados dos testes clínicos acima descritos demonstram que a suplementação com magnésio glicil glutamina quelato é superior à suplementação com esteróide anabólico (testosterona) devido a produção de benefícios similares mas sem efeitos colaterais.
Referências:
1- Robinson S, Physiology of Muscular Exercise, in Mountcastle VB, ed., Medical Physiology (St. Louis: CV Mosby Co) 1273 - 1304, 1974.
2- White A, Handler P, and Smith EL, Principles of Biochemistry, (New York: McGraw-Hill Book Co.) 951-957, 1973.

espero ter ajudado!!

abs.

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